Você faz suas escolhas. Suas escolhas fazem você…

6 março, 2011

Frase do comercial da claro, altamente retórica, conflituosamente verdadeira…

Parece aquelas frases do tipo: “Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?”. Na realidade não há resposta. Mas pensando neste slogan, o que temos decidido, escolhido hoje, vai refletir amanhã na minha vida. Isso me lembra de outra frase famosa do cinema, ” os seus atos vão refletir na eternidade” (General Maximus, O Gladiador), e, temos que ser responsáveis por essas escolhas e por suas consequências, duras ou não; boas ou não.

Vemos hoje pessoas simplesmente atacando (muitas vezes literamente) suas igrejas e instituições, seus princípios e valores. Confesso que já fiz isso, e muito. Também confesso que isso não me levou a nada. A nenhuma mudança, nem em minha vida, nem na vida da igreja.

Lembro de uma pregação que ouvi há muito tempo atrás: O amor não é um sentimento, mas sim, uma escolha. E sempre me pego pensando no versículo onde Jesus nos recomenda amar nossos inimigos, que ISSO é o verdadeiro amor. E sempre rejeitei essa idéia, por não compreendê-la. Mas acredito que tenho pensado cada dia mais nisso, e acredito que tenho aprendido. Amar não significa ter afeto, carinho, mas respeitar e considerar a opinião alheia, não no conceito pós moderno de cada um tem sua verdade, mas respeitar e se preciso, confrontar. Isso é amor.

O que isso tem haver com o início do post? Muito.

Eu posso não concordar com a instituição organizada, mas ela ainda É a igreja de Cristo. Posso não concordar com as lideranças destas organizações, mas o que eu tenho feito de concreto para mudar isso? Eu posso escolher me calar e me omitir, ou então, gritar e, como diz uma música antiga, “a começar em mim, quebra coração”, que haja uma mudança em mim…primeiro!

Eu tomo essa decisão: eu decido, mesmo a igreja não sendo como eu gostaria, amá-la,  servindo ao Senhor dela, pois Ele deu sua vida por ela. Talvez isso gere uma mudança interior. Talvez isso gere uma mudança exterior, ou mais, gere uma mudança coletiva.

Posso escolher palavras frias e cortantes, e essa decisão gerar rancor e mágoa. Como posso escolher amar e servir, e assim, gerar mais amor e compreensão.

Tenho aprendido algumas coisas com o trabalho da minha esposa, muitas instituições humanas são mais inclusivas do que o evangelho. Aliás, inclusão é a palavra da moda, pena que nós ainda não aprendemos o seu grande significado, o mesmo que Jesus deu, ao conversar com a mulher samaritana na beira do poço, ou com a adúltera que seria apedrejada pela multidão ou ainda, pelos discípulos que Ele escolheu, incluindo homens rudes e os colocando frente a frente com os mestres da lei. Ou ainda mais, a nossa inclusão na família de Deus através do seu sacrifício. Ele escolheu isso e isso fez muita diferença na vida dele e na nossa.

É mais fácil atacar do que respeitar. É mais fácil fugir do que confrontar. O que você vai escolher?

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